Dicas de Coach – O poder da doação

Ser capaz de doar qualquer coisa significativa começa com um processo de desapego. Nós nos apegamos porque estamos em contato com a energia do medo. Medo de perder. Medo de perder o emprego, medo de empreender, medo de adoecer, medo de ser mãe ou pai, medo de estabelecer vínculo de amor, medo de se aposentar e passar por necessidades, medo de tantas coisas.

O medo é uma emoção, como as demais: raiva, alegria, etc. Não é uma emoção boa nem ruim. Ela tem um papel importante no fato de eu e você estarmos vivos. Temos medo de atravessar uma rua sem prestar atenção, de conduzir um carro em alta velocidade numa pista ruim, de contrair uma doença por falta de hábitos de higiene. O problema do medo e de qualquer outra emoção é o excesso dela em prejuízo de uma harmonia interna que gera a capacidade de viver com satisfação.

Esse medo gera uma energia específica, que atrai outras energias semelhantes e mantém a pessoa naquela frequência. Lembra-se de Jó, o personagem bíblico, e sua frase: “o que eu mais temia me sobreveio”? Jó talvez seja o exemplo de uma pessoa boa que se ocupava, criando na mente, uma realidade negativa.

O medo de perder acentua a crença da escassez. Ela afasta a pessoa das experiências de abundância. E faz com que a pessoa se apegue ao que chegou as suas mãos.

Quando alguém se conscientiza que o medo leva as pessoas para um caminho de limitações, pode, também conscientemente, começar a exercitar o confronto com esse sentimento. A prática da doação, do desapego, vai dando condições a pessoa de experimentar outra realidade. A de que os recursos que estão disponíveis para ela são suficientes, inclusive para abençoar outras pessoas, para servi-las. Essa experiência vai afastando o medo da escassez, aumentando a fé na vida e a confiança em si próprio.

Já começa a surgir uma transformação interna no campo emocional, na capacidade criativa. Menos medo, mais criatividade, mais atraente a pessoa se torna, mais pessoas legais estarão a sua volta, mais parcerias interessantes de trabalho.

Existem leis universais, isso pode soar meio místico, tenha um pouquinho de paciência e acompanhe. Doar e receber são aspectos do mesmo fluxo da lei universal da Abundância. Você doa algo que lhe é significativo para alguém, sem pensar na reciprocidade da doação e consciente que o universo lhe retribuirá da forma mais adequada e no momento mais oportuno. O bem estar, a consciência de ter feito uma coisa boa, trazem uma paz e um descanso que mantem o medo ao nível saudável da autopreservação e coloca o indivíduo em contato com uma virtude divina. A pessoa sente-se conectada com algo superior a si mesmo.

A doação está também ligada a gratidão. Quanto mais grato alguém é mais vontade de expressar essa gratidão em ações de amor e de solidariedade. A pessoa grata não sente dificuldade em doar, pode observar.

Tudo bem se você decidir começar o exercício de doar sentindo uma pontinha de dor no coração por causa do medo. Insista, defina um percentual de doação mensal, decida começar com alguma causa que faça sentido para você, que você valorize. Vai perceber que aos poucos o medo vai se afastar porque não há como você sentir falta quando está ofertando para algo que acredita.  O ato diz que você é uma pessoa abundante, você só precisa se apropriar disso.

Jesus disse que a vinda dele a terra tinha o objetivo de que as pessoas vivessem e vivessem de uma maneira abundante. A sabedoria universal está apoiada na Abundância, no Amor. Exercitar esse princípio trará efeitos imateriais e materiais para sua vida. Seu sucesso estará sendo construído de forma sustentável e ampla, para além do aspecto financeiro, mas também para ele.

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