Saúde Financeira, você tem?

São as emoções impressas em cada um de nós que definem nosso sucesso nas finanças e na vida, seja como for que você defina o sucesso.

A prosperidade financeira é definida por crenças. As crenças são construídas em alguém a partir do que ela ouviu, viu e sentiu desde muito cedo na vida.

O momento econômico do nosso país registra um número muito grande de famílias em alto grau de endividamento, o que é muito triste, porque o endividamento leva ao adoecimento emocional, físico e a dificuldade nas relações.

Desde já, eu quero dizer que se você é alguém que está endividado, não se culpe. Você pode ter cometido erros e erros fazem parte do aprendizado. Vamos entender melhor a questão das dificuldades financeiras.

As principais causas do endividamento são:

  • A Cultura financeira do país que é de total despreparo em finanças pessoais;
  • Situações inesperadas como enfermidade, falecimento, separação, morte;
  • Dificuldade de dizer não;
  • Desejo de status;
  • Comparação com os outros;
  • Incapacidade de lidar com frustrações;
  • Incapacidade de esperar;
  • Tratar o assunto finanças como desagradável e evitar o assunto;
  • Falta de planejamento;
  • Realizar a gestão do seu orçamento como contas mentais.

Quando eu falo de saúde financeira quero fazer um paralelo com a saúde física para nivelar o conceito.

Quando alguém sente dores de estômago vai ao gastro, relata a dor, faz exames, recebe um diagnóstico e se tiver uma gastrite ou outra disfunção receberá orientações e vai segui-las evitando novos episódios da enfermidade. Se a pessoa estiver focada vai buscar seriamente o restabelecimento e a manutenção da saúde. Tudo vai depender de como a pessoa vai se portar dali para frente.

Na nossa cultura, quando alguém está com problemas financeiros mais graves evita falar a respeito, evita buscar ajuda especializada. Problemas financeiros remetem a sensação de  fracasso, incompetência, fraqueza.

O que é ter saúde financeira? Um conceito possível é:

  • Ter receitas maiores que as despesas;
  • Ter liquidez, ou seja, ter dinheiro reservado para utilização imediata quando se precisa;
  • Ter uma renda regular e constante.

Esse é considerado um patamar básico para se reconhecer uma vivência financeira saudável. Por que para tantas pessoas esse básico é tão difícil e para outras é considerado impossível?

Os problemas financeiros na sua grande maioria não são causados por falta de conhecimento nas operações básicas de matemática. Não são apenas por falta da utilização de planilhas e controles. Os motivos são mais profundos.

Eles, tem a ver com as crenças instaladas nas pessoas.  E essas crenças se instalaram por causa do poder que há nas emoções. Eu disse no início que as crenas se instalam a partir do que se ouviu, viu e sentiu desde muito cedo na vida.

Veja algumas crenças que podemos chamar de limitantes ou disfuncionais do ponto de vista financeiro:

– Ser autônomo é muito difícil;

– Só ganha promoção e aumento quem puxa o saco do chefe

– Só ganha dinheiro quem tem dinheiro

– Na minha profissão todo mundo ganha mal e é isso mesmo

– Ninguém valoriza o meu trabalho

– Só se ganha muito sendo desonesto

– Não existem boas oportunidades

– Não quero ter muito dinheiro, o dinheiro afasta as pessoas das suas virtudes

– Todo emprego que eu vejo é para ganhar pouco e trabalhar muito

– Para subir na vida e no trabalho tem que passar por cima dos outros.

Veja algumas crenças que podemos chamar de fortalecedoras ou funcionais do ponto de vista financeiro:

– O dinheiro é abundante e pode ser utilizado para fazer o bem;

– O dinheiro promove a satisfação de necessidades;

– O dinheiro ajuda a realizar sonhos e desejos;

– Eu sou capaz de criar oportunidades de gerar dinheiro;

– Eu posso ajudar a transformar minha vida e de outras pessoas através do dinheiro;

– o dinheiro pode me apoiar em ter liberdade para fazer escolhas.

Pense um pouco a respeito. Qual desses dois conjuntos de crenças pode levar alguém a ser bem sucedido financeiramente?

Pense em quais são as suas crenças em relação ao dinheiro.

O que eu falei até aqui faz sentido para você? Vale a pena conversar e refletir mais a respeito?

Acompanhe os próximos textos.

Carinhoso abraço.

 

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